terça-feira, 8 de maio de 2012
Olá pessoal!
O professor Joel Marinho — que prepara alunos, há aproximadamente 15 anos, na área de gramática, compreensão textual e redação oficial — está lançando um curso de gramática voltado para a preparação de candidatos interessados no CACD 2013.
Caso você queira conhecer seu programa completo, com informações detalhadas, preços e datas da aula (inteiramente online e ao vivo por meio da plataforma CiscoWebex), entre em contato comigo (pelo e-mail m_miltons@hotmail.com).
Por que comigo?? rsrsrs
Porque estamos montando uma parceria! E, se indicado por mim, o aluno recebe um desconto especial. Aproveite!
quarta-feira, 7 de março de 2012
segunda-feira, 5 de março de 2012
4o Simulado de Economia e 1o Simulado de Política Internacional

Veja nossa convocação em: http://youtu.be/XkNBGGZ3QNg
Inscrições e mais informações, entre em contato: economiadvd@hotmail.com
Conto com a participação de vocês!
Treinar é parte do vencer!
;)
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012
quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012
Vídeo-aula 21 - Macroeconomia 12
Tema: Efeito das políticas fiscais e monetárias sobre a Demanda Agregada
Nesta aula, são vistos os seguintes assuntos:
* Política monetária - revisão
* Efeitos da política monetária sobre a demanda agregada (relação entre as variáveis taxa de juros, demanda e oferta de moeda, nível de preços e produto da economia)
* Taxa de juros no Brasil/ metas de inflação
* COPOM
* Taxa Selic
* SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL: estrutura e funcionamento
- Instituições bancárias e não bancárias
- Conselho Monetário Nacional
- BB, CEF, BNDES
- CVM
- Outras instituições
* Política fiscal
* Efeitos da política fiscal sobre a demanda agregada
Duração: 1 hora e 21 minutos
Preço: R$ 30,00 (frete incluso)
Pedidos: economiadvd@hotmail.com
Nesta aula, são vistos os seguintes assuntos:
* Política monetária - revisão
* Efeitos da política monetária sobre a demanda agregada (relação entre as variáveis taxa de juros, demanda e oferta de moeda, nível de preços e produto da economia)
* Taxa de juros no Brasil/ metas de inflação
* COPOM
* Taxa Selic
* SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL: estrutura e funcionamento
- Instituições bancárias e não bancárias
- Conselho Monetário Nacional
- BB, CEF, BNDES
- CVM
- Outras instituições
* Política fiscal
* Efeitos da política fiscal sobre a demanda agregada
Duração: 1 hora e 21 minutos
Preço: R$ 30,00 (frete incluso)
Pedidos: economiadvd@hotmail.com
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012
Dica para o estudo de economia...
Essa dica vale principalmente para a terceira fase!
Tenho acompanhado e estudado a produção teórica dos professores que compõe a Banca Examinadora.
Alguns pontos têm merecido destaque, e aqui menciono um deles:
* A professora Adriana Moreira Amado, da UnB, escreveu alguns ótimos artigos sobre a teoria keynesiana, reafirmando a validade de algumas de suas principais contribuições:
- a teoria da preferência pela liquidez - segundo ela, a globalização e as inovações financeiras aprofundam a importância da moeda como referência enquanto ativo de liquidez máxima.
- Segundo a professora, a importância da moeda como ativo-referência advém do fato de ser ela a base "para a realização dos contratos salariais e esse ser um dos elementos que lhe confere o prêmio máximo de liquidez." O processo de desenvolvimento financeiro e internacionalização da acumulação
financeira gerou uma exacerbação do caráter especulativo, o que culminou
com a ampliação da preferência pela liquidez decorrente do motivo especulação."
Em outras palavras...
A teoria da preferência pela liquidez não foi abalada pelo novo contexto de globalização financeira. A multiplicação de ativos financeiros com alta liquidez apenas diminuiu a distância entre os níveis de liquidez que separavam a moeda - ativo totalmente líquido - das quase-moedas. Mas ela continua sendo a principal referência e teoria keynesiana, assim, é reafirmada, ganhando embasamento empírico.
Em outro artigo, ressalta a posição keynesiana de não-neutralidade da moeda (contrário da afirmação monetarista/clássica de neutralidade).
Quando você, aspirante ao CACD, estuda economia pelo livro de G. Mankiw, verá uma clara posição por parte do autor: a economia clássica sendo adequada para explicar a realidade no longo prazo e a keynesiana, no curto prazo. Assim, na hora de fazer sua questão, não esqueça de qualificar sua resposta, deixando claro qual é a escola de pensamento ou qual é a teoria (e, por conseguinte, suas hipóteses e premissas básicas) que você escolheu em sua dissertação. Assim, não correrá o risco de apresentar uma resposta inconsistente, que começa sob o teto de uma corrente de pensamento e termina sob outro. Acredite, isso é muito mais recorrente do que se imagina....
PS: Falaremos especificamente sobre isso na vídeo-aula 21, que deverá sair ainda em fevereiro/2012.
Tenho acompanhado e estudado a produção teórica dos professores que compõe a Banca Examinadora.
Alguns pontos têm merecido destaque, e aqui menciono um deles:
* A professora Adriana Moreira Amado, da UnB, escreveu alguns ótimos artigos sobre a teoria keynesiana, reafirmando a validade de algumas de suas principais contribuições:
- a teoria da preferência pela liquidez - segundo ela, a globalização e as inovações financeiras aprofundam a importância da moeda como referência enquanto ativo de liquidez máxima.
- Segundo a professora, a importância da moeda como ativo-referência advém do fato de ser ela a base "para a realização dos contratos salariais e esse ser um dos elementos que lhe confere o prêmio máximo de liquidez." O processo de desenvolvimento financeiro e internacionalização da acumulação
financeira gerou uma exacerbação do caráter especulativo, o que culminou
com a ampliação da preferência pela liquidez decorrente do motivo especulação."
Em outras palavras...
A teoria da preferência pela liquidez não foi abalada pelo novo contexto de globalização financeira. A multiplicação de ativos financeiros com alta liquidez apenas diminuiu a distância entre os níveis de liquidez que separavam a moeda - ativo totalmente líquido - das quase-moedas. Mas ela continua sendo a principal referência e teoria keynesiana, assim, é reafirmada, ganhando embasamento empírico.
Em outro artigo, ressalta a posição keynesiana de não-neutralidade da moeda (contrário da afirmação monetarista/clássica de neutralidade).
Quando você, aspirante ao CACD, estuda economia pelo livro de G. Mankiw, verá uma clara posição por parte do autor: a economia clássica sendo adequada para explicar a realidade no longo prazo e a keynesiana, no curto prazo. Assim, na hora de fazer sua questão, não esqueça de qualificar sua resposta, deixando claro qual é a escola de pensamento ou qual é a teoria (e, por conseguinte, suas hipóteses e premissas básicas) que você escolheu em sua dissertação. Assim, não correrá o risco de apresentar uma resposta inconsistente, que começa sob o teto de uma corrente de pensamento e termina sob outro. Acredite, isso é muito mais recorrente do que se imagina....
PS: Falaremos especificamente sobre isso na vídeo-aula 21, que deverá sair ainda em fevereiro/2012.
quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
3o Simulado de Economia para o CACD
O treinamento para o TPS e 3a fase continua sendo uma importante ferramente na preparação dos candidatos ao duro CACD!
Quero convida-los a participar do 3o SIMULADO DE ECONOMIA PARA O CACD.
Datas 28/01/12 a 04/02/12 (a prova é agendada - e pode ser feita em qualquer um destes dias, das 9:00 hrs às 22:00 hrs).
Este simulado faz parte de um programa de 4 simulados, onde abarcamos, de forma progressiva, todos os temas do edital (noções de economia).
Nesta terceira prova, trataremos microeconomia, macroeconomia e economia internacional (ou seja, toda a teoria econômica).
Serão 15 questões (5 de cada disciplina) objetivas, estilo TPS (múltipla escolha ou C x E) e 2 questões discursivas (uma necessariamente sobre economia internacional e outra, podendo abordar microeconomia ou macroeconomia). A duração da prova será de até 3,5 horas.
Os alunos serão rankeados (o ranking é divulgado apenas com as iniciais dos nomes, de maneira que o candidato possa se identificar facilmente, mas não reconheça os nomes de seus concorrentes - já que a ampla maioria dos alunos prefere não ter seus nomes divulgados) e receberão premiação, como segue:
1o lugar: 3 vídeo-aulas de economia (ou o curso de revisão de FEB ou o curso de ex. de macroeconomia), já lançadas ou a lançar
2o lugar: 2 vídeo-aulas de economia (somente aulas expositivas)
3o lugar: 1 vídeo-aula de economia (aula expositiva)
A prova é composta de 2 fases, sendo a primeira, objetiva (estilo TPS) e a segunda, discursiva.
Para a classificação para a segunda fase, o candidato deve ter atingido um mínimo de 40% na primeira fase (a correção segue os critérios do CESPE: uma errada anula uma certa).
Todos os candidatos receberão a correção de suas questões discursivas, quer tenham sido classificados, quer não.
Todos os candidatos receberão os gabaritos e resoluções da prova objetiva resolvidos e comentados, bem como um modelo de resposta para as questões discursivas, a fim de disporem de material completo para estudo.
Todos os interessados podem participar, quer já sejam meus alunos, quer não.
TAXA DE INSCRIÇÃO:
R$ 20,00
PARTICIPANTES DO GEA OU DO PSD:
R$ 15,00
PARTICIPANTES DO GEA E DO PSD:
R$ 10,00
PARTICIPANTES DO GEA, DO PSD E QUE TENHAM FEITO OS SIMULADOS ANTERIORES:
**ISENTOS
Inscrições, dúvidas e contato: economiadvd@hotmail.com
;)
Quero convida-los a participar do 3o SIMULADO DE ECONOMIA PARA O CACD.
Datas 28/01/12 a 04/02/12 (a prova é agendada - e pode ser feita em qualquer um destes dias, das 9:00 hrs às 22:00 hrs).
Este simulado faz parte de um programa de 4 simulados, onde abarcamos, de forma progressiva, todos os temas do edital (noções de economia).
Nesta terceira prova, trataremos microeconomia, macroeconomia e economia internacional (ou seja, toda a teoria econômica).
Serão 15 questões (5 de cada disciplina) objetivas, estilo TPS (múltipla escolha ou C x E) e 2 questões discursivas (uma necessariamente sobre economia internacional e outra, podendo abordar microeconomia ou macroeconomia). A duração da prova será de até 3,5 horas.
Os alunos serão rankeados (o ranking é divulgado apenas com as iniciais dos nomes, de maneira que o candidato possa se identificar facilmente, mas não reconheça os nomes de seus concorrentes - já que a ampla maioria dos alunos prefere não ter seus nomes divulgados) e receberão premiação, como segue:
1o lugar: 3 vídeo-aulas de economia (ou o curso de revisão de FEB ou o curso de ex. de macroeconomia), já lançadas ou a lançar
2o lugar: 2 vídeo-aulas de economia (somente aulas expositivas)
3o lugar: 1 vídeo-aula de economia (aula expositiva)
A prova é composta de 2 fases, sendo a primeira, objetiva (estilo TPS) e a segunda, discursiva.
Para a classificação para a segunda fase, o candidato deve ter atingido um mínimo de 40% na primeira fase (a correção segue os critérios do CESPE: uma errada anula uma certa).
Todos os candidatos receberão a correção de suas questões discursivas, quer tenham sido classificados, quer não.
Todos os candidatos receberão os gabaritos e resoluções da prova objetiva resolvidos e comentados, bem como um modelo de resposta para as questões discursivas, a fim de disporem de material completo para estudo.
Todos os interessados podem participar, quer já sejam meus alunos, quer não.
TAXA DE INSCRIÇÃO:
R$ 20,00
PARTICIPANTES DO GEA OU DO PSD:
R$ 15,00
PARTICIPANTES DO GEA E DO PSD:
R$ 10,00
PARTICIPANTES DO GEA, DO PSD E QUE TENHAM FEITO OS SIMULADOS ANTERIORES:
**ISENTOS
Inscrições, dúvidas e contato: economiadvd@hotmail.com
;)
quinta-feira, 5 de janeiro de 2012
Curso de Matemática Básica para o CACD

O curso é voltado para candidatos ao concurso que tenham dificuldades com a parte matemática do estudo da economia.
Seu objetivo é apresentar o instrumental matemático necessário para a correta resolução de questões que envolvam cálculos e análises gráficas no CACD.
TEMAS TRATADOS:
* A economia matemática
* Modelagem econômica:
Teoria
“Ingredientes da teoria”:
Variáveis
Constantes
Parâmetros
Equações
Identidades
* Matemática básica:- números aproximados e arredondamento
- Dados discretos e contínuos/ variáveis fluxo e estoque
- Números reais/ números racionais
FRAÇÕES
Próprias
Impróprias
Aparentes
Equivalentes
Simplificação de Frações
Fração irredutível
Redução de frações ao mesmo denominador: MMC
Comparação
Operação com frações
Adição e subtração
Multiplicação
Divisão
Potenciação
Frações decimais
Percentagem
Módulo ou Valor AbsolutoAplicação: elasticidade e receita total
Sequência e Somatório
Aplicação: fluxo circular da renda
Média aritmética e ponderada
Exercício
Gráficos
Tipos de gráfico:
1 variável
2 variáveis
dispersão
Gráficos em curva
Ex: Curva de Demanda
Gráfico bidimensional, considerando 3 variáveis
Deslocamentos da curva e ao longo da curva
Regra prática para deslocamento
Ex: Curva de Demanda
Inclinação
Aplicação
Elasticidade-preço da demanda (ponto e arco)
Funções de 1º Grau
Aplicação: teoria da firma – custos
Equação da reta
Pontos notáveis
Coeficientes
Aplicação: teoria da firma: custos, receitas e lucros
Aplicação: teoria do consumidor: restrição orçamentária
Aplicação: mercado de trabalho
Inequações de 1º Grau
Sistemas lineares
Aplicação: demanda
Aplicação: receita, custo e lucro
Funções de 2º Grau
Monômios e polinômios
Gráfico: parábola
Raízes da função (fórmula de Báskara)
Vértice e eixo de simetria
Interpretação
Tipos de gráfico
Aplicação: teoria da firma – custos, receitas e lucros
Aplicação 2: produção
Definição
Gráfico
Aplicação
Propriedades geométricas da função
Crescimento e decrescimento
Máximos e mínimos
Exemplo
* Duração: aprox. 4 horas e 35 min
* Formato DVD (pode ser assistido tanto no computador, quanto na televisão - DVD)
* São 5 dvds + apostila aprox. 85 pgs. contendo toda a matéria, lista de exercícios (com gabarito comentado) + cd com material usado na preparação da aula.
Preço: R$ somente 74,90 + frete
* Frete R$ 9,00 carta registrada - para qualquer parte do Brasil
Este valor pode ser parcelado em até 3x sem juros.
Abraços e ótimos estudos a todos!
Michelle
quarta-feira, 28 de dezembro de 2011
Homenagem à querida Milena Oliveira de Medeiros (1976-2011)

Milena, querida lutadora.
Neste dia 26 de dezembro de 2011, quero deixar um registro triste e especial.
Hoje você partiu. Vítima de malária contraída em sua viagem para a África, deixando amigos, parentes, colegas de trabalho e um vazio irreparável.
Lembrarei sempre da sua perseverança, da sua disciplina, constância, sorriso tranquilo. Lembrarei dos cabelos cacheados, da pele morena, da certeza de que ia alcançar seus sonhos.
Lembrarei do recurso de economia, que te deu 8 pontos e te ajudou a entrar... Mas hoje eu penso: passou, e passou para quê? Não me... alegro, mas não questiono. Você quis tanto, lutou tanto pra isso, dedicou horas a fio, me fez tantas perguntas de economia (estou te devendo pra sempre a resposta sobre o Conselho Monetário...).
E hoje um pedacinho do meu coração ficou cinza. Por você, minha amiga e também por outra perda terrível que neste mesmo negro dia sofri, a maior da minha vida. Mas falo sobre isso em outro espaço.
Mas confio em Deus, sei que Ele sabe nosso momento. Ele continua sendo maravilhoso. Mesmo na dor.
Que Deus console sua família, que cuide de seus pais.
E nossa vida segue, com uma flor a menos, flor insubstituível, cujo espaço ficará sempre vazio. Em seu lugar, apenas o perfume da sua presença, da sua vitória, do seu sorriso e da sua vida.
Adeus, querida.
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
Vídeo-aula 20 - Macroeconomia 11
TEMAS: Investimento e Macroeconomia Keynesiana II (Flutuações de Curto Prazo)
Assuntos abordados:
* Investimento
- modelos de curto e longo prazo
- Relação investimento x taxa de juros x expectativas
- Eficiência Marginal do capital
- I x S
- Investimento x Financiamento
- Investimento x Crescimento Econômico
* Modelo Keynesiano Simples - parte II
- Modelo Keynesiano simples para economia fechada sem governo, com investimento autônomo
- Multiplicador dos gastos autônomos para economia fechada sem governo
- Exemplo (exercício)
Apêndice: - Modelo Keynesiano simples para economia fechada com governo
- Modelo Keynesiano simples para economia aberta
- Multiplicadores para economia fechada com governo e aberta
- Exemplo (exercício)
Duração: 1 hora e 25 min
Preço (frete incluso): R$ 27,00
Aula disponível em formato wmv (só roda em computador)
Assuntos abordados:
* Investimento
- modelos de curto e longo prazo
- Relação investimento x taxa de juros x expectativas
- Eficiência Marginal do capital
- I x S
- Investimento x Financiamento
- Investimento x Crescimento Econômico
* Modelo Keynesiano Simples - parte II
- Modelo Keynesiano simples para economia fechada sem governo, com investimento autônomo
- Multiplicador dos gastos autônomos para economia fechada sem governo
- Exemplo (exercício)
Apêndice: - Modelo Keynesiano simples para economia fechada com governo
- Modelo Keynesiano simples para economia aberta
- Multiplicadores para economia fechada com governo e aberta
- Exemplo (exercício)
Duração: 1 hora e 25 min
Preço (frete incluso): R$ 27,00
Aula disponível em formato wmv (só roda em computador)
sexta-feira, 21 de outubro de 2011
Programa de Simulados Decenais - PSD
A prática de exercícios continua sendo fundamental para o êxito na prova. O programa constitui-se no seguinte:
• Indicação da bibliografia específica
• 7 a 10 dias depois, envio de questão discursiva que versará sobre os temas previamente estabelecidos (o candidato terá de 1,5 a 2 horas para sua resposta, conforme a extensão seja de 40 ou 60 linhas, respectivamente).
• Correção e análise criteriosa da professora/indicação de pontos fracos/ sugestão de leituras ou atividades de reforço quando pertinentes
• Ranking (apenas com iniciais do nome, para que o aluno possa se identificar)
Temas:
Os simulados versarão sobre os temas contidos no edital, exceto microeconomia. Obedecerão a uma ordem didática, consoante ao apresentado no último edital. Serão 6 questões de macroeconomia; 6 questões de economia internacional e 6 questões de economia brasileira (FEB).
Periodicidade
As provas terão periodicidade decenal, perfazendo um total de 18 questões discursivas. Serão questões de 40 ou 60 linhas, com o formato das questões de terceira fase do concurso, em geral subdivida em itens.
O programa terá início imediato, assim que o candidato confirmar sua participação.
Custo
O custo do programa completo (18 questões) é de R$ 350,00, que poderão ser divididos em 5x de R$ 70,00 ou, à vista, com desconto, R$ 280,00.
Público-Alvo
O programa de simulados é voltado principalmente para alunos avançados. É aconselhável (mas não é condição) que, para um melhor aproveitamento, o candidato atenda a pelo menos 1 dos requisitos abaixo:
• Esteja estudando economia para o CACD há pelo menos 1 ano;
• Caso ainda não tenha passado da primeira fase, tenha ficado por menos de 3 pontos da nota de corte no TPS;
• Já tenha passado da primeira fase do concurso;
• Já tenha feito a terceira fase do concurso.
Caso o candidato cumpra o último requisito, ele deverá enviar seus espelhos de prova para a análise da professora, com o objetivo de nortear a orientação que se seguirá.
Vários alunos já estão participando! Vamos lá! É hora de treinar e se preparar para a prova!
• Indicação da bibliografia específica
• 7 a 10 dias depois, envio de questão discursiva que versará sobre os temas previamente estabelecidos (o candidato terá de 1,5 a 2 horas para sua resposta, conforme a extensão seja de 40 ou 60 linhas, respectivamente).
• Correção e análise criteriosa da professora/indicação de pontos fracos/ sugestão de leituras ou atividades de reforço quando pertinentes
• Ranking (apenas com iniciais do nome, para que o aluno possa se identificar)
Temas:
Os simulados versarão sobre os temas contidos no edital, exceto microeconomia. Obedecerão a uma ordem didática, consoante ao apresentado no último edital. Serão 6 questões de macroeconomia; 6 questões de economia internacional e 6 questões de economia brasileira (FEB).
Periodicidade
As provas terão periodicidade decenal, perfazendo um total de 18 questões discursivas. Serão questões de 40 ou 60 linhas, com o formato das questões de terceira fase do concurso, em geral subdivida em itens.
O programa terá início imediato, assim que o candidato confirmar sua participação.
Custo
O custo do programa completo (18 questões) é de R$ 350,00, que poderão ser divididos em 5x de R$ 70,00 ou, à vista, com desconto, R$ 280,00.
Público-Alvo
O programa de simulados é voltado principalmente para alunos avançados. É aconselhável (mas não é condição) que, para um melhor aproveitamento, o candidato atenda a pelo menos 1 dos requisitos abaixo:
• Esteja estudando economia para o CACD há pelo menos 1 ano;
• Caso ainda não tenha passado da primeira fase, tenha ficado por menos de 3 pontos da nota de corte no TPS;
• Já tenha passado da primeira fase do concurso;
• Já tenha feito a terceira fase do concurso.
Caso o candidato cumpra o último requisito, ele deverá enviar seus espelhos de prova para a análise da professora, com o objetivo de nortear a orientação que se seguirá.
Vários alunos já estão participando! Vamos lá! É hora de treinar e se preparar para a prova!
2o Simulado de Economia para o CACD
As inscrições para o segundo simulado de economia já estão abertas.
Desta vez, serão 12 questões objetivas e 2 discursivas, versando sobre micro e macroeconomia.
Sua nota será rankeada e você concorrerá a prêmios:
* 1o lugar: 3 vídeo-aulas
* 2o lugar: 2 vídeo-aulas
* 3o lugar: 1 vídeo-aula
Os alunos que participaram do primeiro simulado, que participam dos Grupos de Estudo Avançados ou do Programa de Simulados Decenais, têm descontos na inscrição!
Participe! Treine!
Desta vez, serão 12 questões objetivas e 2 discursivas, versando sobre micro e macroeconomia.
Sua nota será rankeada e você concorrerá a prêmios:
* 1o lugar: 3 vídeo-aulas
* 2o lugar: 2 vídeo-aulas
* 3o lugar: 1 vídeo-aula
Os alunos que participaram do primeiro simulado, que participam dos Grupos de Estudo Avançados ou do Programa de Simulados Decenais, têm descontos na inscrição!
Participe! Treine!
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
1o Simulado de Economia para o CACD 2012
Olá pessoal!
Já estão abertas as inscrições para o primeiro simulado de economia do ano.
A prova faz parte de um programa de 4 simulados, contemplando, progressivamente, o edital para o CACD.
Neste primeiro, cujas provas acontecerão dia 6 de agosto (poderão ser remarcadas, mas o candidato que fizer fora do prazo não concorrerá à premiação), serão 6 questões objetivas e 1 discursiva, versando somente sobre microeconomia.
Premiação:
1o lugar = 3 vídeo-aulas de economia (exceto curso de revisão de ec. brasileira e I curso de exercícios de macroeconomia)
2o lugar = 2 vídeo-aulas de economia (exceções acima)
3o lugar = 1 vídeo-aula de economia (exc. acima)
4o lugar: 50% de desconto na compra de até 3 vídeo-aulas
Treinar é fundamental!
PARTICIPE!
Já estão abertas as inscrições para o primeiro simulado de economia do ano.
A prova faz parte de um programa de 4 simulados, contemplando, progressivamente, o edital para o CACD.
Neste primeiro, cujas provas acontecerão dia 6 de agosto (poderão ser remarcadas, mas o candidato que fizer fora do prazo não concorrerá à premiação), serão 6 questões objetivas e 1 discursiva, versando somente sobre microeconomia.
Premiação:
1o lugar = 3 vídeo-aulas de economia (exceto curso de revisão de ec. brasileira e I curso de exercícios de macroeconomia)
2o lugar = 2 vídeo-aulas de economia (exceções acima)
3o lugar = 1 vídeo-aula de economia (exc. acima)
4o lugar: 50% de desconto na compra de até 3 vídeo-aulas
Treinar é fundamental!
PARTICIPE!
sexta-feira, 22 de julho de 2011
Vídeo-aula 19 - Macroeconomia 10
Tema:
FLUTUAÇÕES ECONÔMICAS DE CURTO PRAZO
Modelo Keynesiano Simples de Determinação da Renda – parte I
- Breve discussão teórica sobre a teoria keynesiana
* contexto histórico
* princípio da demanda efetiva
* defesa do fiscalismo
- Determinantes da Demanda Agregada
1. CONSUMO
– Classificação dos bens (livres/econômicos; privados/públicos; de consumo/de capital; finais/intermediários)
– Determinantes do consumo e suas relações
1.1 Consumo x Renda
1.2 Consumo x Riqueza
1.3 Consumo x Taxa de Juros
1.4 Consumo x Sistema Financeiro
- Modelo Keynesiano Simplificado – economia fechada, sem investimentos e sem governo
1. Função Consumo e propensão marginal a consumir
2. Condição de Equilíbrio
3. Multiplicador de gastos autônomos (1/1-b)
4. Solução algébrica e gráfica
- Exercício resolvido
Duração: 1 hora e 26 minutos
*Novidades da vídeo-aula:
A exemplo do curso de revisão de economia brasileira, a aula foi gravada com o uso de slides, sem que a professora apareça no vídeo (apenas minha voz).
O curso será disponibilizado nos seguintes formatos:
1. Formato windows media player (wmv) – só poderá ser visto pelo computador
A edição é mais dinâmica, pois podem ser vistas as animações do power point.
2. Formato para DVD – poderá ser visto pelo aparelho de DVD ou pelo computador.
A edição é mais estática (quadro a quadro), sem as animações do power point.
Preço:
- Em formato wmv: R$ 28,00
- Em formato dvd: R$ 32,00
- Nos dois formatos (serão enviados 2 dvds distintos): R$ 40,00
** O frete já está incluso no valor deste volume!
FLUTUAÇÕES ECONÔMICAS DE CURTO PRAZO
Modelo Keynesiano Simples de Determinação da Renda – parte I
- Breve discussão teórica sobre a teoria keynesiana
* contexto histórico
* princípio da demanda efetiva
* defesa do fiscalismo
- Determinantes da Demanda Agregada
1. CONSUMO
– Classificação dos bens (livres/econômicos; privados/públicos; de consumo/de capital; finais/intermediários)
– Determinantes do consumo e suas relações
1.1 Consumo x Renda
1.2 Consumo x Riqueza
1.3 Consumo x Taxa de Juros
1.4 Consumo x Sistema Financeiro
- Modelo Keynesiano Simplificado – economia fechada, sem investimentos e sem governo
1. Função Consumo e propensão marginal a consumir
2. Condição de Equilíbrio
3. Multiplicador de gastos autônomos (1/1-b)
4. Solução algébrica e gráfica
- Exercício resolvido
Duração: 1 hora e 26 minutos
*Novidades da vídeo-aula:
A exemplo do curso de revisão de economia brasileira, a aula foi gravada com o uso de slides, sem que a professora apareça no vídeo (apenas minha voz).
O curso será disponibilizado nos seguintes formatos:
1. Formato windows media player (wmv) – só poderá ser visto pelo computador
A edição é mais dinâmica, pois podem ser vistas as animações do power point.
2. Formato para DVD – poderá ser visto pelo aparelho de DVD ou pelo computador.
A edição é mais estática (quadro a quadro), sem as animações do power point.
Preço:
- Em formato wmv: R$ 28,00
- Em formato dvd: R$ 32,00
- Nos dois formatos (serão enviados 2 dvds distintos): R$ 40,00
** O frete já está incluso no valor deste volume!
segunda-feira, 2 de maio de 2011
ECONOMIA BRASILEIRA
Já está disponível o curso de história econômica do Brasil em formato wmv (ou seja, para visualização em computador).
O curso cobre o período de 1889 a 2007 e sua extensão é de 6 horas e 35 minutos.
Juntamente com o DVD, o aluno/candidato receberá uma cartilha com exercícios objetivos extraídos de vários concursos, além da indicação da bibliografia (geral/ livros) utilizada na preparação do curso.
O curso tem uma importante diferença das vídeo-aulas anteriores: foi feito com o uso de slides (power point) e gravado com microfone. Ou seja, eu não apareço (só minha voz)! =)
Uma amostra do curso pode ser vista no vídeo abaixo, que contém o início da ministração sobre o governo Itamar Franco e o Plano Real.
http://www.youtube.com/watch?v=24bqM2dKO9U
Infelizmente, não consigo postar os vídeos aqui no blog mesmo.
Uma forma de vc conseguir visualizar meus vídeos é acessando a página do youtube e digitando na pesquisa meu nome (Michelle Miltons). Aparecerá toda a relação, inclusive a amostra acima.
O preço do curso completo (6,5 horas) é R$ 100,00 (cem reais) + frete (1,60).
Pode ser pago em até 3x sem juros de R$ 33,80.
Pedidos, enviem e-mail para mim: economiadvd@hotmail.com
O curso cobre o período de 1889 a 2007 e sua extensão é de 6 horas e 35 minutos.
Juntamente com o DVD, o aluno/candidato receberá uma cartilha com exercícios objetivos extraídos de vários concursos, além da indicação da bibliografia (geral/ livros) utilizada na preparação do curso.
O curso tem uma importante diferença das vídeo-aulas anteriores: foi feito com o uso de slides (power point) e gravado com microfone. Ou seja, eu não apareço (só minha voz)! =)
Uma amostra do curso pode ser vista no vídeo abaixo, que contém o início da ministração sobre o governo Itamar Franco e o Plano Real.
http://www.youtube.com/watch?v=24bqM2dKO9U
Infelizmente, não consigo postar os vídeos aqui no blog mesmo.
Uma forma de vc conseguir visualizar meus vídeos é acessando a página do youtube e digitando na pesquisa meu nome (Michelle Miltons). Aparecerá toda a relação, inclusive a amostra acima.
O preço do curso completo (6,5 horas) é R$ 100,00 (cem reais) + frete (1,60).
Pode ser pago em até 3x sem juros de R$ 33,80.
Pedidos, enviem e-mail para mim: economiadvd@hotmail.com
quinta-feira, 21 de abril de 2011
Copom sobe juros...
O Copom (Comitê de Política Monetária do Banco Central) anunciou novo aumento das taxas de juros neste dia 20 de abril. A medida era esperada e segue a lógica do regime de metas para inflação.

Como dito na vídeo-aula 17, a ação do governo, no contexto do regime de metas para a inflação, se baseia tão somente no controle da taxa de juros de curto-prazo. É a forma eleita para segurar o nível de preços.
* Para saber mais sobre o regime de metas de inflação, tema da vídeo-aula 17, veja o texto do Banco Central: Regime de Metas para Inflação no Brasil, série Perguntas mais Frequentes.

Como dito na vídeo-aula 17, a ação do governo, no contexto do regime de metas para a inflação, se baseia tão somente no controle da taxa de juros de curto-prazo. É a forma eleita para segurar o nível de preços.
* Para saber mais sobre o regime de metas de inflação, tema da vídeo-aula 17, veja o texto do Banco Central: Regime de Metas para Inflação no Brasil, série Perguntas mais Frequentes.
segunda-feira, 18 de abril de 2011
Quantas aulas faltam?
Olá pessoal!
Tenho recebido muitos e-mails, onde os alunos me perguntam quantas aulas de macroeconomia faltam para concluir o edital do CACD. Vou aproveitar para apresentar aqui os itens, tal como apresentados no edital de 2011, indicando em qual vídeo-aula vc poderá encontra-lo(s).
2. MACROECONOMIA
2.1. Contabilidade Nacional. Balanço de Pagamentos: estrutura e interpretação dos resultados dos diferentes componentes do Balanço. Medidas da atividade econômica. Conceitos e cálculo do deficit público.
Vídeo-aulas 10 a 14 + I curso de exercícios de macroeconomia
2.2. Determinação da renda, do produto e dos preços.
Vídeo-aula 10 e 11
Oferta e demanda agregadas
Vídeo-aula 18
Consumo, investimento, poupança e gasto do governo.
Exportação e importação.
Vídeo-aulas 10 e 11
Objetivos e instrumentos de política fiscal.
Aula ainda não disponível
2.3. Teoria monetária. Funções da moeda. Criação e distribuição de moeda. Oferta da moeda e mecanismos de controle. Procura da moeda. Papel do Banco Central. Objetivos e instrumentos de política monetária. Moeda e preços no longo prazo. Sistema bancário e intermediação financeira no Brasil.
Vídeo-aula 16
2.4. Emprego e renda. Determinação do nível de emprego. Indicadores do mercado de trabalho.
Vídeo-aula 15
Distribuição de renda no Brasil
Aula ainda não disponível
Apesar da indicação de que restam ainda 2 temas não tratados, provavelmente serão lançadas 3 vídeo-aulas de macroeconomia, com os seguintes temas:
* VA 19 = oferta e demanda agregadas - macroeconomia keynesiana (é um complemento da VA 18)
* VA 20 = distribuição de renda no Brasil
* VA 21 = políticas fiscais e monetárias e modelo is-lm
Além destas, vou lançar o II Curso de Macroeconomia, onde resolveremos exercícios abordando os temas tratados nas Vas 15 a 21. Espero que tudo isso ainda no primeiro semestre, ok?
Abraços e vamos em frente!
;)
Tenho recebido muitos e-mails, onde os alunos me perguntam quantas aulas de macroeconomia faltam para concluir o edital do CACD. Vou aproveitar para apresentar aqui os itens, tal como apresentados no edital de 2011, indicando em qual vídeo-aula vc poderá encontra-lo(s).
2. MACROECONOMIA
2.1. Contabilidade Nacional. Balanço de Pagamentos: estrutura e interpretação dos resultados dos diferentes componentes do Balanço. Medidas da atividade econômica. Conceitos e cálculo do deficit público.
Vídeo-aulas 10 a 14 + I curso de exercícios de macroeconomia
2.2. Determinação da renda, do produto e dos preços.
Vídeo-aula 10 e 11
Oferta e demanda agregadas
Vídeo-aula 18
Consumo, investimento, poupança e gasto do governo.
Exportação e importação.
Vídeo-aulas 10 e 11
Objetivos e instrumentos de política fiscal.
Aula ainda não disponível
2.3. Teoria monetária. Funções da moeda. Criação e distribuição de moeda. Oferta da moeda e mecanismos de controle. Procura da moeda. Papel do Banco Central. Objetivos e instrumentos de política monetária. Moeda e preços no longo prazo. Sistema bancário e intermediação financeira no Brasil.
Vídeo-aula 16
2.4. Emprego e renda. Determinação do nível de emprego. Indicadores do mercado de trabalho.
Vídeo-aula 15
Distribuição de renda no Brasil
Aula ainda não disponível
Apesar da indicação de que restam ainda 2 temas não tratados, provavelmente serão lançadas 3 vídeo-aulas de macroeconomia, com os seguintes temas:
* VA 19 = oferta e demanda agregadas - macroeconomia keynesiana (é um complemento da VA 18)
* VA 20 = distribuição de renda no Brasil
* VA 21 = políticas fiscais e monetárias e modelo is-lm
Além destas, vou lançar o II Curso de Macroeconomia, onde resolveremos exercícios abordando os temas tratados nas Vas 15 a 21. Espero que tudo isso ainda no primeiro semestre, ok?
Abraços e vamos em frente!
;)
segunda-feira, 11 de abril de 2011
TPS 2011 - questão 64 sobre plano Real
Questão 64 - A respeito do Plano Real, que se destacou, na economia brasileira, por ter sido eficaz no combate á inflação, assinale a opção correta.
A - A queda duradoura da inflação foi facilitada pela redução da demanda agregada e pela expansão da entrada de capitais no período de vigência do plano.
O item está ERRADO.
Assim como no Plano Cruzado, houve grande crescimento da demanda agregada em seguida ao plano. A entrada de capitais apresentou variações ao longo da vigência do plano. Assim que o plano foi lançado, a manutenção das altas taxas de juros e o contexto de grande liquidez internacional permitiu que o fluxo de capitais externos se mantivesse. No entanto, cenário bem diverso é o que vimos no final de dezembro de 1998 e início de janeiro de 1999, quando a fuga de capitais se acelera e a perda de reservas superavam US$ 1 bi/dia.
B - Reservas elevadas, abertura comercial e valorização cambial contribuíram para restringir a alta dos preços internos.
Este é o item CORRETO.
Amaury Patrick Gremaud chama a combinação destes itens de SUPERÂNCORA CAMBIAL (conforme Economia Brasileira Contemporânea, 7a. ed, pg. 456)
O contexto em que o plano foi adotado era o seguinte, portanto:
* o país havia reingressad no fluxo de recebimento de recursos externos;
* acúmulo de reservas internacionais (na faixa de US$ 40 bilhões quando o plano foi lançado)
* abertura comercial, iniciada no governo Collor, que havia exposto nossa economia à concorrência;
* valorização cambial
C - O diagnóstico da inflação, no âmbito desse plano, excluía o caráter inercial da alta de preços no Brasil.
O item está ERRADO.
Assim como o Plano Cruzado, o Plano Real também partiu do diagnóstico de que a inflação brasileira tinha caráter inercial.
D - A política cambial caracterizou-se pela fixação da taxa de câmbio real, bem como da taxa de câmbio nominal.
O item está ERRADO.
Segundo o manual da USP:
Taxa de câmbio nominal: é o preço de uma moeda em relação à outra.
Taxa de câmbio real: corresponde ao relativo de preços entre o produto nacional e o estrangeiro. Tomando como referência o dólar, a taxa de câmbio pode ser obtida a partir da seguinte expressão:
E = E'P*/P
sendo:
E = taxa de câmbio real
E' = taxa de câmbio nominal (R$/U$)
P* = preço do produto estrangeiro em U$
P = preço do produto nacional em R$
Após o lançamento do plano, em vez de continuar a acumular reservas, o que pressionaria a expansão monetária - lembre-se que o governo anunciou metas de expansão monetária restritivas junto com o plano - o Bacen deixou O CÂMBIO FLUTUAR, o que provocou profunda VALORIZAÇÃO na taxa de câmbio. Dessa forma, as importações aumentariam e os preços internos ficariam ancorados. Essa foi a chamada âncora cambial do plano. Ou seja, não houve fixação da taxa de câmbio, como o item sugere.
E - O sucesso desse plano deveu-se, em parte, à política monetária expansiosista combinada com forte ajuste fiscal.
O item está ERRADO.
Juntamente com o plano, o governo anunciou metas bem restritivas de expansão monetária. Além disso, limitou operações de crédito e impôs depósito compulsório de 100% sobre as captações adicionais do sistema financeiro.
O ajuste fiscal, de fato, foi feito, e visava reduzir o desequilíbrio nas contas do governo, impedindo que novas pressões inflacionárias ocorressem.
A - A queda duradoura da inflação foi facilitada pela redução da demanda agregada e pela expansão da entrada de capitais no período de vigência do plano.
O item está ERRADO.
Assim como no Plano Cruzado, houve grande crescimento da demanda agregada em seguida ao plano. A entrada de capitais apresentou variações ao longo da vigência do plano. Assim que o plano foi lançado, a manutenção das altas taxas de juros e o contexto de grande liquidez internacional permitiu que o fluxo de capitais externos se mantivesse. No entanto, cenário bem diverso é o que vimos no final de dezembro de 1998 e início de janeiro de 1999, quando a fuga de capitais se acelera e a perda de reservas superavam US$ 1 bi/dia.
B - Reservas elevadas, abertura comercial e valorização cambial contribuíram para restringir a alta dos preços internos.
Este é o item CORRETO.
Amaury Patrick Gremaud chama a combinação destes itens de SUPERÂNCORA CAMBIAL (conforme Economia Brasileira Contemporânea, 7a. ed, pg. 456)
O contexto em que o plano foi adotado era o seguinte, portanto:
* o país havia reingressad no fluxo de recebimento de recursos externos;
* acúmulo de reservas internacionais (na faixa de US$ 40 bilhões quando o plano foi lançado)
* abertura comercial, iniciada no governo Collor, que havia exposto nossa economia à concorrência;
* valorização cambial
C - O diagnóstico da inflação, no âmbito desse plano, excluía o caráter inercial da alta de preços no Brasil.
O item está ERRADO.
Assim como o Plano Cruzado, o Plano Real também partiu do diagnóstico de que a inflação brasileira tinha caráter inercial.
D - A política cambial caracterizou-se pela fixação da taxa de câmbio real, bem como da taxa de câmbio nominal.
O item está ERRADO.
Segundo o manual da USP:
Taxa de câmbio nominal: é o preço de uma moeda em relação à outra.
Taxa de câmbio real: corresponde ao relativo de preços entre o produto nacional e o estrangeiro. Tomando como referência o dólar, a taxa de câmbio pode ser obtida a partir da seguinte expressão:
E = E'P*/P
sendo:
E = taxa de câmbio real
E' = taxa de câmbio nominal (R$/U$)
P* = preço do produto estrangeiro em U$
P = preço do produto nacional em R$
Após o lançamento do plano, em vez de continuar a acumular reservas, o que pressionaria a expansão monetária - lembre-se que o governo anunciou metas de expansão monetária restritivas junto com o plano - o Bacen deixou O CÂMBIO FLUTUAR, o que provocou profunda VALORIZAÇÃO na taxa de câmbio. Dessa forma, as importações aumentariam e os preços internos ficariam ancorados. Essa foi a chamada âncora cambial do plano. Ou seja, não houve fixação da taxa de câmbio, como o item sugere.
E - O sucesso desse plano deveu-se, em parte, à política monetária expansiosista combinada com forte ajuste fiscal.
O item está ERRADO.
Juntamente com o plano, o governo anunciou metas bem restritivas de expansão monetária. Além disso, limitou operações de crédito e impôs depósito compulsório de 100% sobre as captações adicionais do sistema financeiro.
O ajuste fiscal, de fato, foi feito, e visava reduzir o desequilíbrio nas contas do governo, impedindo que novas pressões inflacionárias ocorressem.
Resolução TPS 2011
Olá pessoal! Gostaria de disponibilizar pra vcs a resolução das questões do TPS 2011. Vamos começar com a questão 65.
DADOS RELATIVOS ÀS CONTAS BRASILEIRAS DO SETOR EXTERNO EM 2010 (EM BILHÕES DE DÓLARES)
Superávit do BP = 49,1
Déficit em TC = 47,5
Remessa líquida de renda = 39,6
IED = 48,5
Investimentos brasileiros diretos no exterior = 11,5
Investimentos estrangeiros em carteira = 67,8
Saldo de outros investimentos brasileiros no exterior e outros investimentos estrangeiros no país = 2,3
Reservas internacionais (em 31/12/10)= 288,6
Dívida externa total (em 31/12/10)= 255,6
a) A principal contribuição para o déficit na conta de serviços provém de lucros e dividendos e, para as remessas líquidas, de aluguel de equipamentos e viagens internacionais.
O item está ERRADO por questões conceituais.
A conta de serviços e rendas subdivide-se em conta (ou balanço) de serviços e conta (ou balanço) de rendas). As contas acima foram invertidas:
* lucros e dividendos são RENDAS (e, portanto, fariam parte das remessas´líquidas enviadas ou recebidas do exterior)
* aluguel de equipamentos e viagens são SERVIÇOS (e portanto fariam parte da conta de serviços).
b) A balança comercial apresentou déficit no período considerado.
O item está ERRADO.
Vcs poderiam responder esse item de duas maneiras.
A primeira é se vcs estivessem inteirados do desempenho da BC no governo Lula (tratamos desse assunto no curso de revisão de FEB), onde poderiam verificar que uma das características de seu governo foi a manutenção de superávits na balança comercial.
A segunda seria calculando, por meio dos dados da tabela:
Saldo em TC = BC + BS + BR + TUR
-47,5 = BC - 31,1 - 39,6 + TUR
Lembrando que TUR no Brasil é sempre um valor relativamente baixo, vamos ignora-la e considerar = 0
Assim, temos que BC seria algo em torno de 23,2.
O valor não é exato, pela consideração sobre a TUR. Mas é aproximado e suficiente para dizermos que o saldo é positivo.
Apenas a título de confirmação, estou com o BP deste ano, e tivemos um superavit na BC em 2010 de 20.267 milhões. 16:58 (5 minutos atrás) excluir Michelle
c) O Brasil obteve poupança externa no valor de US$ 47,5 bilhões.
O item está CORRETO.
A poupança externa é igual ao saldo em transações correntes com o sinal trocado. Como as TC deram 47,5 bi negativos, temos uma poupança externa = 47,5 (positivo).
Essa é a resposta correta.
;)
d) Os investimentos estrangeiros diretos compreendem a formação e o aumento do capital das empresas, incluídas as aquisições de ações em bolsa.
O item está ERRADO.
Investimentos de matrizes em suas subsidiárias no exterior são investimento direto. Mas as aquisições de ações em bolsa são investimentos em carteira.
O item é conceitual.
(PS: Foi tratado na Vídeo-aula 14 e no curso de exercícios de macroeconomia).
e) A dívida externa líquida brasileira é de US$ 32,9 bilhões.
O item está ERRADO.
Creio que essa todos acertaram (não marcaram essa) porque vcs devem se lembrar quantas e quantas vezes foi dito na televisão que nossa dívida externa líquida estava negativa....
Mas, mesmo sem estar informado, vc poderia fazer o cálculo.
A dívida externa líquida é a diferença entre a dívida externa e as reservas internacionais. Assim,
255,7 - 288,6 = -32,9
Ou seja, em termos líquidos, não há dívida externa (ou ela é negativa em 32,9).
Em breve, comentarei as demais.
;)
DADOS RELATIVOS ÀS CONTAS BRASILEIRAS DO SETOR EXTERNO EM 2010 (EM BILHÕES DE DÓLARES)
Superávit do BP = 49,1
Déficit em TC = 47,5
Remessa líquida de renda = 39,6
IED = 48,5
Investimentos brasileiros diretos no exterior = 11,5
Investimentos estrangeiros em carteira = 67,8
Saldo de outros investimentos brasileiros no exterior e outros investimentos estrangeiros no país = 2,3
Reservas internacionais (em 31/12/10)= 288,6
Dívida externa total (em 31/12/10)= 255,6
a) A principal contribuição para o déficit na conta de serviços provém de lucros e dividendos e, para as remessas líquidas, de aluguel de equipamentos e viagens internacionais.
O item está ERRADO por questões conceituais.
A conta de serviços e rendas subdivide-se em conta (ou balanço) de serviços e conta (ou balanço) de rendas). As contas acima foram invertidas:
* lucros e dividendos são RENDAS (e, portanto, fariam parte das remessas´líquidas enviadas ou recebidas do exterior)
* aluguel de equipamentos e viagens são SERVIÇOS (e portanto fariam parte da conta de serviços).
b) A balança comercial apresentou déficit no período considerado.
O item está ERRADO.
Vcs poderiam responder esse item de duas maneiras.
A primeira é se vcs estivessem inteirados do desempenho da BC no governo Lula (tratamos desse assunto no curso de revisão de FEB), onde poderiam verificar que uma das características de seu governo foi a manutenção de superávits na balança comercial.
A segunda seria calculando, por meio dos dados da tabela:
Saldo em TC = BC + BS + BR + TUR
-47,5 = BC - 31,1 - 39,6 + TUR
Lembrando que TUR no Brasil é sempre um valor relativamente baixo, vamos ignora-la e considerar = 0
Assim, temos que BC seria algo em torno de 23,2.
O valor não é exato, pela consideração sobre a TUR. Mas é aproximado e suficiente para dizermos que o saldo é positivo.
Apenas a título de confirmação, estou com o BP deste ano, e tivemos um superavit na BC em 2010 de 20.267 milhões. 16:58 (5 minutos atrás) excluir Michelle
c) O Brasil obteve poupança externa no valor de US$ 47,5 bilhões.
O item está CORRETO.
A poupança externa é igual ao saldo em transações correntes com o sinal trocado. Como as TC deram 47,5 bi negativos, temos uma poupança externa = 47,5 (positivo).
Essa é a resposta correta.
;)
d) Os investimentos estrangeiros diretos compreendem a formação e o aumento do capital das empresas, incluídas as aquisições de ações em bolsa.
O item está ERRADO.
Investimentos de matrizes em suas subsidiárias no exterior são investimento direto. Mas as aquisições de ações em bolsa são investimentos em carteira.
O item é conceitual.
(PS: Foi tratado na Vídeo-aula 14 e no curso de exercícios de macroeconomia).
e) A dívida externa líquida brasileira é de US$ 32,9 bilhões.
O item está ERRADO.
Creio que essa todos acertaram (não marcaram essa) porque vcs devem se lembrar quantas e quantas vezes foi dito na televisão que nossa dívida externa líquida estava negativa....
Mas, mesmo sem estar informado, vc poderia fazer o cálculo.
A dívida externa líquida é a diferença entre a dívida externa e as reservas internacionais. Assim,
255,7 - 288,6 = -32,9
Ou seja, em termos líquidos, não há dívida externa (ou ela é negativa em 32,9).
Em breve, comentarei as demais.
;)
sábado, 19 de março de 2011
Bibliografia Indicada para o CACD - Economia
Pessoal, muita gente tem me perguntado: "O que ler para FEB"?
Minha sugestão simples é: comece pelo geral, depois para o específico.
Ou: comece pelo fácil, depois para o difícil.
Para FEB, portanto, comece com o livro "Economia Brasileira Contemporânea"

Minha sugestão simples é: comece pelo geral, depois para o específico.
Ou: comece pelo fácil, depois para o difícil.
Para FEB, portanto, comece com o livro "Economia Brasileira Contemporânea"

sexta-feira, 18 de março de 2011
Vídeo-aula 18 - Macroeconomia 9
Tema: Oferta e demanda Agregadas
Assuntos tratados:
- Flutuações econômicas de curto prazo - conceito e características
- Modelo de Oferta e demanda Agregadas de curto prazo
- Diferenças entre o modelo microeconômico e o macroeconômico
A curva de demanda agregada
- Inclinação negativa da curva: razões (consumo, investimento e gastos do governo)
As curvas de oferta agregada
- Curva de oferta agregada de longo prazo - formato VERTICAL
- deslocamentos
- tendência de longo prazo da economia
- Curva de oferta agregada de curto prazo - inclinação positiva
Teorias que explicam a inclinação ascendente da curva de OA de curto prazo:
1 - Teoria das percepções equivocadas
2 - Teoria dos salários rígidos
3 - Teoria dos preços rígidos ou dos custos de menu
Equilíbrio de longo prazo
- intersecção das curvas de DA, OA de curto prazo e OA de longo prazo
- Deslocamentos da demanda e seus efeitos
Duração: aprox. 52 minutos
Preço: 25,00 + 1,60 (frete)*
* Os correios reajustaram as taxas.
Assuntos tratados:
- Flutuações econômicas de curto prazo - conceito e características
- Modelo de Oferta e demanda Agregadas de curto prazo
- Diferenças entre o modelo microeconômico e o macroeconômico
A curva de demanda agregada
- Inclinação negativa da curva: razões (consumo, investimento e gastos do governo)
As curvas de oferta agregada
- Curva de oferta agregada de longo prazo - formato VERTICAL
- deslocamentos
- tendência de longo prazo da economia
- Curva de oferta agregada de curto prazo - inclinação positiva
Teorias que explicam a inclinação ascendente da curva de OA de curto prazo:
1 - Teoria das percepções equivocadas
2 - Teoria dos salários rígidos
3 - Teoria dos preços rígidos ou dos custos de menu
Equilíbrio de longo prazo
- intersecção das curvas de DA, OA de curto prazo e OA de longo prazo
- Deslocamentos da demanda e seus efeitos
Duração: aprox. 52 minutos
Preço: 25,00 + 1,60 (frete)*
* Os correios reajustaram as taxas.
quinta-feira, 3 de março de 2011
Vídeo-aula 17 - Macroeconomia 8
TEMAS:
1. MERCADO FINANCEIRO
2. INFLAÇÃO
Subtemas:
1.1 Determinação da taxa de juros de mercado
1.2 Políticas públicas:
1.2.1 Incentivo à poupança
1.2.2 Incentivo aos investimentos
1.2.3 Déficit orçamentário
2.1 Distorções geradas pela inflação
2.2 Teoria Clássica da Inflação
2.3 Oferta e demanda de moeda
2.4 Dicotomia clássica
2.5 Teoria Quantitativa da Moeda - alguns pontos de revisão
2.6 Imposto Inflacionário
2.7 Efeito Fisher
2.8 Causas da Inflação
2.8.1 Inflação de Demanda
2.8.1.2 Debate Monetaristas x Fiscalistas
2.8.2 Inflação de Custos
2.9 Inflação e recessão
2.9.1 Dilemas de política econômica
2.10 Inflação inercial
2.11 Diagnóstico estruturalista da inflação (CEPAL)
2.11.1 Estruturalistas x Monetaristas
2.12 Exemplos no Brasil
2.12.1 PAEG - Plano de Ação Econômica do Governo (Gov. Castello Branco)
2.12.2 Plano Real - noções gerais
2.12.2.1 âncoras cambial e monetária
2.13 O regime de metas para inflação
2.14 Os custos da inflação
Duração total: 1 hora e 19 minutos
Preço: 33,00 + 1,50 (frete - carta simples)
A cartilha que acompanha o DVD já está atualizada com o Guia de Estudos 2011.
1. MERCADO FINANCEIRO
2. INFLAÇÃO
Subtemas:
1.1 Determinação da taxa de juros de mercado
1.2 Políticas públicas:
1.2.1 Incentivo à poupança
1.2.2 Incentivo aos investimentos
1.2.3 Déficit orçamentário
2.1 Distorções geradas pela inflação
2.2 Teoria Clássica da Inflação
2.3 Oferta e demanda de moeda
2.4 Dicotomia clássica
2.5 Teoria Quantitativa da Moeda - alguns pontos de revisão
2.6 Imposto Inflacionário
2.7 Efeito Fisher
2.8 Causas da Inflação
2.8.1 Inflação de Demanda
2.8.1.2 Debate Monetaristas x Fiscalistas
2.8.2 Inflação de Custos
2.9 Inflação e recessão
2.9.1 Dilemas de política econômica
2.10 Inflação inercial
2.11 Diagnóstico estruturalista da inflação (CEPAL)
2.11.1 Estruturalistas x Monetaristas
2.12 Exemplos no Brasil
2.12.1 PAEG - Plano de Ação Econômica do Governo (Gov. Castello Branco)
2.12.2 Plano Real - noções gerais
2.12.2.1 âncoras cambial e monetária
2.13 O regime de metas para inflação
2.14 Os custos da inflação
Duração total: 1 hora e 19 minutos
Preço: 33,00 + 1,50 (frete - carta simples)
A cartilha que acompanha o DVD já está atualizada com o Guia de Estudos 2011.
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
domingo, 5 de dezembro de 2010
Vídeo-aula 16 - Macroeconomia 7
Tema: Noções de Economia Monetária
* Conceito e funções da moeda
* Características da Moeda
* Sistema Financeiro Nacional - bancário e não-bancário
* Funções dos bancos comerciais
* Criação e Destruição de Moeda
* Moeda e Quase-Moeda
* Banco Central e suas funções
* Contabilidade do Banco Central e do Sistema Financeiro
* Agregados Monetários no Brasil
* Multiplicador monetário (ou bancário)
* Base monetária
* Oferta de moeda
* Política monetária - instrumentos
* Demanda por moeda (motivos transação/precaução/especulação/financeiro)
* Velocidade-renda da moeda e Teoria quantitativa da moeda
* Escola monetarista
Duração: 1 hora e 4 min
Preço: R$ 30,00 + 1,50 (frete)
* Conceito e funções da moeda
* Características da Moeda
* Sistema Financeiro Nacional - bancário e não-bancário
* Funções dos bancos comerciais
* Criação e Destruição de Moeda
* Moeda e Quase-Moeda
* Banco Central e suas funções
* Contabilidade do Banco Central e do Sistema Financeiro
* Agregados Monetários no Brasil
* Multiplicador monetário (ou bancário)
* Base monetária
* Oferta de moeda
* Política monetária - instrumentos
* Demanda por moeda (motivos transação/precaução/especulação/financeiro)
* Velocidade-renda da moeda e Teoria quantitativa da moeda
* Escola monetarista
Duração: 1 hora e 4 min
Preço: R$ 30,00 + 1,50 (frete)
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
Vídeo-aula 15 - Macroeconomia 6
Tema: MERCADO DE TRABALHO
Assuntos tratados:
- Definições diversas (taxa de emprego aberto, índices de desemprego, classificações de desemprego, etc.)
- Salários nominais x salários reais/ reajustes
- Equilíbrio no mercado de trabalho
- oferta e demanda por trabalho
- deslocamentos da oferta e da demanda
- inclinação negativa da curva de oferta de trabalho: efeitos-renda e substituição
- mercado dos fatores de produção (terra e capital)
Duração: 1 hora e 8 min
Preço: R$ 30,00 + R$ 1,50 (frete)
economiadvd@hotmail.com
Assuntos tratados:
- Definições diversas (taxa de emprego aberto, índices de desemprego, classificações de desemprego, etc.)
- Salários nominais x salários reais/ reajustes
- Equilíbrio no mercado de trabalho
- oferta e demanda por trabalho
- deslocamentos da oferta e da demanda
- inclinação negativa da curva de oferta de trabalho: efeitos-renda e substituição
- mercado dos fatores de produção (terra e capital)
Duração: 1 hora e 8 min
Preço: R$ 30,00 + R$ 1,50 (frete)
economiadvd@hotmail.com
Assinar:
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